Com sua natureza impávida,
A loucura cavalga por zonas proibidas da mente
Entre sonhos permanentes e involuntários
Invadindo os espelhos do tempo
Adentrando as paisagens metamórficas da alma poética
Sendo o poema um mecanismo de revelação
O oculto está sempre à mão
Os mitos estão em decadência
Incapazes de conceber estruturas ordenadas
Incapazes de alcançar a consciência cósmica
Invadindo as paisagens lúgubres da mente poética
Sendo o poema um labirinto de contemplação
(Vinicius Maganha - São Paulo - Novembro 2018)

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