Entre prédios transfigurados na grande metrópole
Matei o próprio sagrado
Dilapidando o primeiro verbo criado
em plena véspera do solstício de inverno
O mais delirante desejo imita a planta trepadeira de fogo
Cobrindo as estruturas por completo
Rastejando por fendas em concretos e asfaltos
Num balé glorioso e dialético
entre as possibilidades do eu e as probabilidades do céu
(Vinicius Maganha - São Paulo - Novembro de 2018)

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