A madrugada ainda existe
O céu ainda existe
Invadi a tempestade num instante de delírio
Em caminho tortuoso de rota iluminada e abstrata
E vi que a chuva ainda cai
A relva ainda é clara
E sou cúmplice do que resiste
Pois vi na fúria de um vulcão
Que a brisa ainda é mansa
A voz ainda ecoa
E a valsa ainda é triste
(Vinicius Maganha - São Paulo - Dezembro 2018)

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